Você já parou para pensar no que existe por trás de uma camiseta do Stranger Things, um brinquedo da Turma da Mônica ou um boné com o escudo do seu time do coração?
Muito além do produto físico, ali existe um Licenciamento de Uso de Marca.
Para o dono da marca (licenciante), é uma forma poderosa de monetizar seu prestígio. Para quem produz (licenciado), é a chance de usar um nome já amado pelo público para acelerar vendas. Mas como isso funciona na prática e de forma segura? A ABM Marcas explica tudo para você.
O que é o Licenciamento, afinal?
Disciplinado pela Lei da Propriedade Industrial (Lei nº 9.279/96), o licenciamento é um contrato onde o titular da marca autoriza outra empresa a utilizá-la em produtos ou serviços.
O ponto chave é que você não vende a sua marca, você apenas “aluga” o direito de uso. Você mantém a propriedade e o controle de qualidade, enquanto recebe uma remuneração (os famosos royalties) por isso.
Por que licenciar é uma estratégia inteligente?
- Dinheiro no bolso (Monetização): Gere receita extra sobre um ativo que você já possui.
- Presença de mercado: Veja sua marca em prateleiras e segmentos que você não alcançaria sozinho.
- Escala com baixo risco: Você cresce através da estrutura logística e produtiva de parceiros.
Do Entretenimento ao Esporte: Exemplos que funcionam
O licenciamento está em todo lugar. Veja como ele se adapta a diferentes nichos:
- Personagens e Infantis: Marcas como Hello Kitty ou Peppa Pig definem manuais rigorosos (os Style Guides) para garantir que o desenho no caderno seja idêntico ao da TV.
- Streaming e Séries: Fenômenos como Star Wars aproveitam o “timing” de lançamentos para criar coleções exclusivas que geram urgência no fã.
- Clubes Esportivos: O foco aqui é a autenticidade. Selos de originalidade e QR Codes garantem que o torcedor está comprando um produto oficial.
- Collabs de Moda: Marcas de streetwear que se unem a estúdios para criar coleções limitadas (os “drops”), unindo o prestígio de ambas as partes.
O caminho para um licenciamento seguro
Não basta um “aperto de mão”. Para que o negócio seja lucrativo e livre de dores de cabeça, o contrato precisa ser impecável. Na ABM Marcas, enfatizamos pontos essenciais:
- Registro no INPI: O contrato deve citar o número exato do registro da marca para ter validade.
- Regras Claras: Definição de exclusividade, território (onde pode vender?) e canais (loja física ou e-commerce?).
- Controle de Qualidade: O licenciante deve aprovar cada protótipo antes de ir para a loja.
- Royalties: Definição clara da porcentagem sobre as vendas e garantias mínimas.
Dica Extra: Em contratos internacionais, a averbação no INPI é fundamental para permitir o envio de pagamentos ao exterior e garantir benefícios fiscais.
Passo a Passo: Do interesse ao lucro
- Fit de Marca: Avalie se o parceiro combina com seus valores.
- Negociação: Defina prazos, metas de vendas (KPIs) e valores.
- Contrato (LUM): Formalização jurídica robusta.
- Aprovações Criativas: O licenciante valida artes e embalagens.
- Produção e Royalties: O produto chega ao mercado e os pagamentos começam a cair.
Conclusão
O licenciamento é a ponte que transforma uma marca em um ativo econômico escalável. Com a estratégia certa e um contrato bem estruturado, o potencial de crescimento é praticamente ilimitado.
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